A DECO PROteste apela a uma maior fiscalização do preço dos alimentos para mitigar o impacto do conflito no Médio Oriente no orçamento dos portugueses.

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“Uma das coisas que poderia resultar, e que a DECO PROteste defende há algum tempo, tem a ver com a monitorização e acompanhamento do mercado com a entidades competentes. Porque é isso que vai poder ajudar a travar, em certa medida, estes aumentos semanais”, disse Nuno Figueiredo, porta-voz da DECO Proteste, à SIC.
Pela sétima semana consecutiva, o valor do cabaz alimentar atingiu um novo máximo e ultrapassa agora os 260 euros. É o valor mais alto em quatro anos e o equivalente a um aumento de cerca de 1,50€ em relação à última semana, segundo dados da DECO PROteste.
Os cereais, o café torrado moído e os douradinhos de peixe estão entre os alimentos com maior subida de preço desde então.
