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Os especialistas avisam que é um risco seguir conselhos médicos nas redes sociais. Na maior parte dos casos, são influenciadores que não fazem ideia do que estão a dizer, mas que ganham muito dinheiro com isso. Acontece, por exemplo, com medicamentos para emagrecer.
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Basta uma simples pesquisa para ser bombardeado com milhares de publicações, desde vídeos que mostram transformações rápidas, rotinas alimentares e até estratégias para atenuar os efeitos secundários deste tipo de medicamentos.
São conteúdos que, em muitos casos, ignoram a evidência científica e acabam por normalizar práticas potencialmente perigosas.
Sejam medicamentos como o Ozempic, indicado para o tratamento da diabetes tipo 2 e não especificamente para emagrecer, ou outros fármacos usados com esse propósito, o discurso disseminado online contribui para a desvalorização do uso clínico.
Entre tendências, algoritmos e promessas de resultados rápidos, a fronteira entre informação e propaganda torna-se cada vez mais difusa.
